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quarta-feira , 14 novembro 2018
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Alta do dólar eleva preço da soja em Mato Grosso do Sul

Mesmo com recuo da oleaginosa no mercado internacional, as cotações internas trazem otimismo ao produtor.

Pesquisadores da Embrapa se reuniram com técnicos da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), no dia 9 de agosto, para conhecerem a metodologia e debaterem sobre os resultados do Projeto Campo Futuro, desenvolvido há 11 anos pela CNA e que elabora os custos de produção de 10 segmentos da cadeia produtiva brasileira. O seminário, que contou com a participação do superintendente técnico, Bruno Lucchi, e do assessor do núcleo econômico da instituição, Diego Humberto de Oliveira, também foi transmitido por videoconferência para as Unidades Descentralizadas. Ao final, as equipes discutiram possibilidades de parcerias para ampliação do projeto e a CNA disponibilizou o banco de dados da pesquisa para uso da Embrapa.

A coordenação do seminário foi da Diretoria-Executiva de Inovação e Tecnologia e da Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas (SIRE), por meio da Gerência de Relações Institucionais e Governamentais (GRIG).

O Campo Futuro é um projeto realizado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) em parceria com universidades e centros de pesquisa, além das federações de agricultura e pecuária dos estados. O projeto alia a capacitação do produtor rural à geração de informação para a administração de custos, de riscos de preços e gerenciamento da produção.

“O projeto nasceu em 2004 a partir de uma demanda de pecuaristas que reclamavam do preço da arroba no mercado, porém não sabiam precisar seus custos de produção”, lembrou Bruno Lucchi. “Inicialmente, trabalhamos apenas com a pecuária de corte. Somente ampliamos o estudo três anos depois, em 2007, para outras cadeias produtivas”, complementou.

O principal objetivo do Campo Futuro é capacitar o produtor rural para promover melhorias em sua propriedade, estimulando o uso de instrumentos para cálculo de riscos, mitigando assim possíveis efeitos negativos. “Geração de informação para a tomada de decisão”, ressaltou o superintendente.

O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), sediado na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), é responsável pelo levantamento e acompanhamento dos dados de grãos (algodão, arroz, milho, soja e trigo), aves e suínos, pecuária de corte e pecuária leiteira. O Programa de Educação Continuada em Economia e Gestão de Empresas também sediado na Esalq, é a instituição parceira responsável pelo levantamento e acompanhamento dos dados da cana-de-açúcar. O Centro de Inteligência em Mercados, sediado na Universidade Federal de Lavras, faz o levantamento e acompanhamento das informações relativas à cafeicultura e fruticultura (banana, cacau, laranja, limão, maçã, mamão, manga, melão e uva). A Embrapa Pesca e Aquicultura (Palmas, TO) já atuou no projeto como parceira da CNA para o levantamento e acompanhamento dos dados da aquicultura.

A metodologia inclui visitas de técnicos da CNA e Senar e de pesquisadores das universidades a regiões produtoras para a elaboração dos painéis de custo de produção do projeto. A equipe se reúne com agricultores e pecuaristas. Nessa etapa os produtores fornecem os custos de suas atividades, permitindo a elaboração de um perfil do setor, do mercado e das principais dificuldades enfrentadas no campo.

As universidades fazem as análises dos dados e elaboram documentos técnicos com os principais resultados dos custos de produção de cada setor. Nos últimos 11 anos, os estados de Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso foram os mais trabalhados, porém, o Projeto Campo Futuro encontra-se em execução em todas as regiões do país, mais recentemente em estados do norte do Brasil.

Para o pesquisador Elísio Contini (SIRE), que atuou como mediador durante o seminário, uma das dificuldades da pesquisa é obter informações sobre os custos das cadeias produtivas. “Muito material gerado pelo Projeto Campo Futuro poderá ser utilizado pela pesquisa, pois é justamente nos custos de produção que a pesquisa necessita atuar”, exemplificou Contini.

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