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domingo , 19 agosto 2018
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Veja boas e más notícias que o tempo traz para o produtor em agosto

Em agosto ainda teremos uma situação de transição no Pacífico. As águas superficiais do oceano Pacífico Equatorial se encontram neutras, mas em processo de aquecimento. As últimas simulações do IRI (Universidade Americana de Colúmbia) indicam que o aquecimento primeiro se dará na região mais central do oceano, com até 63% de consolidação do fenômeno no trimestre setembro-outubro-novembro.

Porém o aquecimento irregular ao longo do Pacífico Equatorial indica uma primavera com El Niño Modoki. É somente no decorrer do verão que as atuais projeções indicam que o aquecimento será em todo o Pacífico Central, numa configuração mais canônica do El Niño.

O IRI mostra que no trimestre janeiro-fevereiro-março o fenômeno estará em seu ápice e, desta vez, com águas aquecidas em toda a extensão do Pacífico Equatorial, numa condição clássica de El Niño. Ainda é relevante lembrar que este é um dos meses mais secos do ano no que se refere ao interior do Brasil. Portanto não dá para esperar retorno das chuvas no interior do Brasil.

As previsões para agosto do modelo americano mostram chuva acima do normal no Sul, litoral de São Paulo, Rio de Janeiro e sul de Mato Grosso do Sul, e chuva abaixo do normal no litoral leste do Nordeste. “Não podemos esquecer que as médias climatológicas destas áreas onde a chuva vai ficar acima do normal são baixas. Portanto qualquer chuva de 20 milímetros pode ultrapassar a média”, diz Heloísa Pereira, meteorologista da Somar.

No Sul, a chuva vai ficar concentrada nos primeiros dez dias e no fim do mês. Com relação às temperaturas, há a entrada de uma onda de frio mais significativa em meados do início do mês, algo que já está sendo sentido nos pontos mais altos do Rio Grande do Sul. Existe outra expectativa de frio nos últimos dez dias do mês que vai atingir a região Sul e Mato Grosso do Sul, De forma geral, agosto terá temperaturas em média 1°C a 2ºC mais baixas do que o normal nestas áreas.

Já a falta de chuva e a situação de bloqueio indicam que numa faixa que vai de Rondônia ao Sudeste, Tocantins, sul do Pará e interior do Nordeste, as temperaturas vão ficar acima da média para o mês.

Como foi julho

O mês de julho foi bastante típico da estação no país, com chuvas concentradas nos extremos Sul e Norte do Brasil. A chuva mais significativa ocorreu em Roraima, com mais de 350 milímetros acumulados. No Rio Grande do Sul a chuva foi frequente no leste e sul do estado, chegando a gerar acumulados acima da média do mês. Exceto algumas chuvas isoladas no litoral brasileiro, a maior parte do Brasil teve um mês de julho bastante seco.

Isso aconteceu por conta da atuação de um bloqueio atmosférico que deixou as frentes frias presas principalmente no Rio Grande do Sul. No interior do País o que predominou foi uma grande massa de ar mais seco ao longo de julho. Como resultado tivemos então menos chuva do que o normal entre Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Além disso, houve influência direta nas temperaturas. A temperatura mínima ficou acima da média no Sul e parte do Sudeste, mas o céu limpo na madrugada resultou em temperaturas mais baixas do que o normal pela manhã entre Centro-Oeste, Tocantins e interior da Bahia. O frio até foi frequente no Rio Grande do Sul, com episódios de geada, mas sem valores extremos. Já durante as tardes o efeito do calor foi mais sentido. Fez calor excessivo em Mato Grosso do Sul, maior parte do Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e interior da Paraíba.

Pryscilla Paiva, editora de Tempo do Canal Rural

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