Polícia

Em Maracaju homem é preso em flagrante suspeito de estuprar a própria mãe

Redação
11 novembro – 2025 | 14:14
Viatura PCMS

Caso ocorreu no Conjunto Nestor Muzzi; suspeito de 35 anos deu versões contraditórias e, na Polícia Civil, disse ter mantido relação “sem perceber” que era a mãe por embriaguez e escuridão.

A Polícia Militar prendeu em flagrante, na manhã de sexta-feira (7), um homem de 35 anos, identificado pelas iniciais C. J. T. V., suspeito de estuprar a própria mãe, de 55 anos, em Maracaju (MS). O crime foi registrado na residência da vítima, no Conjunto Nestor Muzzi, após a filha acionar a viatura por volta das 7h.

Segundo o relato da testemunha, na noite de quinta-feira (6) mãe, filha e o suspeito consumiam bebida alcoólica em casa. A jovem disse ter ido dormir no sofá por volta das 2h. Ao amanhecer, afirmou ter presenciado o momento em que a mãe acordou ao lado do filho e disse: “Não acredito, você fez isso comigo”. Em seguida, o homem deixou o local de motocicleta e foi para a kitnet onde mora, no Conjunto Ilha Bela. A vítima, abalada e chorando, confirmou os fatos aos policiais.

Prisão e depoimentos

A equipe da PM localizou o suspeito em sua residência. De acordo com o boletim, ele apresentou versões contraditórias: primeiro negou; depois disse que dormiu no sofá da casa da mãe por volta das 4h e que não lembrava de ela ter deitado com ele. Conduzido à Delegacia de Polícia, o homem mudou a versão e afirmou que, “embriagado e no escuro”, acordou com uma mulher ao lado, que teriam se beijado e então mantiveram relação sexual sem que ele “percebesse” se tratar da própria mãe.

A vítima confirmou a acusação à polícia. Diante dos relatos e demais elementos colhidos na ocorrência, o suspeito foi preso em flagrante por estupro no contexto de violência doméstica e deverá ser encaminhado ao presídio após os procedimentos de praxe.

Acompanhamento do caso

O inquérito da Polícia Civil vai apurar as circunstâncias, inclusive o consumo de álcool, o local e a dinâmica dos fatos. A identidade completa da vítima é preservada por se tratar de crime sexual. A reportagem não publica detalhes íntimos desnecessários para evitar revitimização.

Orientações e canais de denúncia

Casos de violência sexual e doméstica podem ser denunciados pelos seguintes canais:

  • 190 (emergência da Polícia Militar)
  • 197 (Polícia Civil)
  • 180 (Central de Atendimento à Mulher)

Este conteúdo segue diretrizes de cobertura responsável de crimes sexuais, com foco na informação de interesse público, na proteção da vítima e na não espetacularização dos fatos.

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