A força do agro pelas mãos de quem trabalha na terra

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19/05/2022
Vanessa Bordin

O agronegócio se tornou uma grande potência em Maracaju pela união de agricultores, pela busca e o desenvolvimento de tecnologias capazes de melhorar produtividades

Conquistar bons resultados nas safras de verão e de inverno tem sido um grande desafio para milhares de produtores de Mato Grosso do Sul. Isso porque, nos últimos anos, o efeito La Niña e a consequente mudança do clima fizeram o produtor adotar estratégias nunca antes vistas no campo, como antecipar plantios e colheitas, quantificar o uso de insumos, buscar referência em consultorias mais técnicas, e tudo isso, para obter melhores resultados.

A vida do agricultor sempre foi cheia de riscos. É tal olho no céu e o olho no campo. Com tantas adversidades climáticas é preciso ter mais cautela, seguir prazos de zoneamentos, acompanhar previsões e manter, mais rigorosamente, o controle de pragas e enfezamentos nas culturas.

Em Maracaju, na região Centro-Oeste de Mato Grosso do Sul, um dos municípios mais importantes do agro em todo estado, em área de produção e no emprego de tecnologias, o produtor rural Rudimar Foletto diz que, apesar do risco, ser agricultor é aquela velha paixão, coisa herdada pelos pais e pelos avós. Coisa de quem cresceu na terra e aprendeu desde pequeno a valorizar o trabalho rural.

“Comecei desde criança brincando com a terra, vendo o pai e mãe na pequena atividade no Rio Grande do Sul e fomos crescendo assumindo papéis dentro da roça. Mas quando vim conhecer as terras aqui no Mato Grosso do Sul me encantei, porque sempre tive o sonho de tocar lavouras grandes, em terras maiores”, diz Rudimar.



Mudança pelo melhor

Só para que para esse sonho se tornar realidade foi um grande processo: deixar a família no Sul, e se aventurar pelas terras no MS. A coragem ajudou, mas a vontade de realizar esse sonho falou mais alto. Então, há mais de 20 anos ele mora em Maracaju e cresceu aos poucos, aumentando a produção e investindo mais na propriedade.

“Não é de uma hora para outra, a gente precisa trabalhar mesmo, gostar da terra. Quem é agricultor nato, sabe que planta e produz comida para alimentar muita gente, sabe da importância que tem esse trabalho e não se cansa. A gente trabalha de sol a sol, de domingo a domingo sem horário de começar e de terminar. Épocas de plantio e de colheita também. As coisas vão acontecendo e Deus vai abençoando”, comenta o produtor.

Para ele, a grande diferença de ser agricultor é o amor pela terra, a força que vem do coração, que está no sangue. E a força do agronegócio vem disso também. Uma força que move, que vem da terra e que alimenta o mundo.

Assim como o produtor Rudimar Foletto, tantos mais vieram de outras regiões e apostaram na agricultura do Mato Grosso do Sul. Mesmo aqueles que são daqui e que também investem em tecnologias como a correção de perfil de solo por meio da agricultura de precisão, escolha de melhores híbridos, busca por orientação para enfrentar os altos custos de produção. São cenários que ainda sim, tornam o MS um dos maiores produtores de grãos, soja e milho e que tornam, Maracaju, o oitavo município mais rico da agricultura do país, em valor de produção agrícola, sendo o Ministério da Agricultura.

A força do agro está nas mãos de cada trabalhador rural, de quem acredita e de quem persiste.

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