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Auxílio emergencial movimentou R$ 1,5 bilhão na economia

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21/07/2020
Redação

O auxílio emergencial de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras) é uma ajuda paga aos trabalhadores informais, desempregados e microempreendedores individuais (MEIs) em função da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

Conforme a Superintendência Regional da Caixa Econômica Federal em Mato Grosso do Sul, foram creditados R$ 1,5 bilhão para os beneficiários do Estado.

Inicialmente criado para auxiliar os trabalhadores por três meses, o benefício foi prorrogado por mais dois, somando cinco parcelas no total.

O governo anunciou que pagaria os valores referentes à prorrogação de duas parcelas de forma fracionada nos próximos meses.

No entanto, na sexta-feira (17), o governo federal anunciou que não pagará mais de forma fracionada, mas, sim, em duas parcelas de R$ 600, como vinha fazendo anteriormente.

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, anunciou um novo calendário de pagamentos. Em alguns casos, o saque do benefício depositado na conta poupança digital foi antecipado.

“São 65 milhões de pessoas recebendo. Por causa da pandemia e do pagamento digital, realizar dois pagamentos em um mês seria uma coisa que vimos que geraria muita confusão. Se a gente realizasse dois pagamentos por mês, seriam 60 milhões de pagamentos. Do ponto de vista operacional, respeitando a questão da pandemia, é muito mais simples, direto e evita confusão. Houve consenso dentro do governo de pagar duas parcelas de R$ 600”, explicou Guimarães em coletiva.

Em Mato Grosso do Sul, o valor já pago, R$ 1,5 bilhão, representa 1,23% dos R$ 121,1 bilhões injetados na economia brasileira.

Segundo a economista do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento Fecomércio-MS (IPF-MS), Daniela Dias, os valores disponibilizados tendem a movimentar a economia.

“Todo recurso é importante para dinamizar a economia. Neste momento, podemos dizer que estamos com resultados menos piores que os que tínhamos em abril. Mas isso não significa que a gente já tenha superado a crise, estamos no meio dela. Algumas intenções de consumo já melhoraram, o consumidor precisa ser consciente ao utilizar recursos desta natureza”, contextualizou.

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