Azambuja promete 947 novos leitos hospitalares e nega falta de recursos do estado para Hospital do Trauma em entrevista ao MS2

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17/10/2018
Redação

O candidato a reeleição ao governo de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), afirmou durante entrevista ao MS2 desta terça-feira (16) que, se reeleito, vai entregar 947 novos leitos hospitalares no estado. Azambuja também negou que a falta de repasses de recursos do governo do estado esteja impedindo o pleno funcionamento do recém-inaugurado Hospital do Trauma, em Campo Grande.

O candidato encerrou a série de entrevistas feitas pela TV Morena com os concorrentes ao governo estadual neste segundo turno. Assista no vídeo acima. A primeira sabatina, com o Juiz Odilon (PDT), foi na segunda-feira (15).

Sobre a saúde, Azambuja disse que no seu plano de governo pretende ampliar e construir hospitais, avançando no processo de regionalização da saúde do estado.

“Concluímos e entregamos Coxim, Ponta Porã, Hospital do Trauma. O Hospital Rondon, em Jardim, está em andamento, com o dinheiro já na conta. Três Lagoas, em maio do ano que vem fica pronto. Dourados, nós demos a ordem de serviço recentemente. São dois anos para conclusão. O anexo do Regional [Hospital Regional de Campo Grande]. Isso é regionalização. Ela vai caminhando bem. […]Qual a previsão para o futuro mandato. Nós vamos concluir 947 leitos entre internação, UTIs e de alta especialidade. Isso é regionalização. Ela é real, não é utopia e não é de papel”, destacou.

Candidato a reeleição Reinaldo Azambuja (PSDB) foi entrevistado no MS2 desta terça-feira pela jornalista Lucimar Lescano — Foto: Reprodução/TV Morena

Candidato a reeleição Reinaldo Azambuja (PSDB) foi entrevistado no MS2 desta terça-feira pela jornalista Lucimar Lescano — Foto: Reprodução/TV Morena

O candidato foi questionado pela jornalista Lucimar Lescano sobre de onde sairia o dinheiro para manter esses novos hospitais, se alguns dos que já existem, como o de Ponta Porã e o Hospital do Trauma, em Campo Grande, enfrentaram problemas de funcionamento por falta de recursos. Azambuja negou e explicou que no caso de Ponta Porã houve uma questão administrativa e no do Hospital do Trauma uma falta de repasses do governo federal.

“Ponta Porã foi questão da OS [Organização Social que administra o hospital] e da auditoria. Isso foi equacionado. Se você olhar hoje lá, são dez leitos de UTI, tomografia e praticamente todas as cirurgias eletivas da região de fronteira são feitas naquele hospital, que não tinha atendimento. […] Sobre o Hospital do Trauma. Essa obra começou há 20 anos. Nosso governo investiu. Terminou, equipou, colocamos em funcionamento. Qual era a obrigação do estado. Repassar R$ 2 milhões mensais. Isso nós estamos fazendo. Quem não cumpriu a sua parte? O governo federal. No dia da inauguração o ministro Ricardo Barros prometeu R$ 6 milhões e até hoje o dinheiro não foi creditado. Essa área da saúde é tripartite. Quando um elo da corrente se rompe, muitas vezes quem paga a conta é o cidadão”.

Fonte: G1

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