Curso capacita médicos para determinação de morte encefálica

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27/02/2019
Redação

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) fornece apoio logístico para o Curso de Capacitação de Médicos para Determinação de Morte Encefálica, que acontece nesta quarta-feira (27.2) na Capital.

Segundo o secretário da SES, Geraldo Resende, o Estado forneceu o local e realizou a organização e seleção dos profissionais que participam do evento.

O curso é uma realização da Coordenação Geral do Sistema Nacional de Transplantes do Ministério da Saúde, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (ProadiI-SUS) – Hospital Israelita Albert Einstein. A medida atende à Resolução nº 2.173 do Conselho Federal de Medicina (CFM), tendo como público-alvo médicos com experiência comprovada (no mínimo um ano) no atendimento de pacientes em coma.

A metodologia está sendo aplicada com aula presencial, incluindo teoria, casos clínicos e estação prática. Será realizada avaliação pré e pós-teste e validação em estação prática. O curso acontece no período das 8h às 17h15, com carga horária de 8h e duração de um dia, na Escola de Saúde Pública Dr. Jorge David Nasser, situada à avenida Senador Filinto Müller, 1.480. Foram abertas 32 vagas.

A Resolução

De acordo com a Resolução nº 2.173/17, do CFM outros especialistas, além do neurologista, poderão diagnosticar a morte cerebral. Pela resolução anterior (1.480/97), a morte encefálica deveria ser diagnosticada por dois médicos, sendo que um seria obrigatoriamente neurologista, mas o outro não precisava ter nenhuma habilitação específica.

A nova Resolução determina que os dois médicos devem ser especificamente qualificados, sendo que um deles deve ter uma das seguintes especialidades: medicina intensiva adulta ou pediátrica, neurologia adulta ou pediátrica, neurocirurgia ou medicina de emergência. O outro profissional deve ter, no mínimo, um ano de experiência no atendimento a pacientes em coma, tenha acompanhado ou realizado pelo menos 10 determinações de morte encefálica ou tenha realizado curso de capacitação. Nenhum dos dois médicos deve fazer parte da equipe de transplantes.

Ricardo Minella – Secretaria de Estado de Saúde (SES)

Foto: Divulgação

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