Mosca-dos-estábulos causa danos a pecuaristas e vereador Joãozinho Rocha pede por providências

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20/09/2017
Redação

Pecuaristas ao redor das usinas Tonon e Biosev passam por grandes prejuízos causados pela mosca-dos-estábulos. A proliferação explosiva da mosca tem relação direta com os resíduos gerados pelas usinas de açúcar e álcool. O comportamento dos animais é típico. Eles ficam aglomerados para esfregar o corpo uns nos outros. Os rabos não param. Essa tentativa de coçar as patas intensifica o ataque das moscas.

O vereador Joãozinho Rocha (PDT) fez um requerimento na sessão desta quarta-feira (20/09) para os gerentes e responsáveis pelas usinas tomem as providências cabíveis  para acabar com a infestação que esta casando tantos prejuízos aos pecuaristas. O vereador também acionou a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Município para que no caso de não serem tomadas as providências e erradicação da mosca-dos-estábulos sejam reavaliados os incentivos recebidos pela empresa através do município e se nada disso adiantar ainda o vereador relatou que irá acionar o Ministério Público.

A mosca-dos-estábulos, que tem o nome científico de stomoxys calcitrans, é muito parecida com a mosca doméstica. Mas esse inseto é hematófago, ou seja, alimenta-se de sangue.

O Plano de Aplicação de Vinhaça – PAV, criado pela Empresa de Controle Ambiental Paulista – CETESB prevê um limite máximo de 150 mil litros por hectare, que nem sempre é respeitado.

A produção de cada litro de álcool gera até 15 litros de vinhaça. Deslocar constantemente os equipamentos para distribuir bem a aplicação gera despesas adicionais para as usinas. “Agrega muito custo na cadeia produtiva. Então, a gente não sabe. É mais fácil se livrar da vinhaça rapidamente”, completa o agrônomo.

A mosca não era um grande problema no tempo da colheita manual da cana, com queimadas. Com a colheita mecanizada, a palhada passou a ficar no solo. É boa para o solo, mas também favorece a mosca por ser matéria orgânica. Combinada com a vinhaça jogada nos plantios, principalmente em quantidade excessiva, forma o que os técnicos chamam de uma mistura explosiva.

O ideal, além de controlar o volume de vinhaça, é escarificar o solo, incorporando a palha, para que o líquido se infiltre rapidamente, sem empoçar. Mas isso também custa dinheiro.

 

Paola Loureiro

 

 

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