quinta-feira, 18 jul 2024

MS Registra Segunda Maior Taxa de Ocupação do País com 1,4 Milhão Empregados
Desenvolvimento

MS Registra Segunda Maior Taxa de Ocupação do País com 1,4 Milhão Empregados

Redação
07 fevereiro – 2024 | 8:08

O estado de Mato Grosso do Sul destaca-se no cenário nacional com a segunda maior taxa de ocupação do Brasil, alcançando 64,2% da população economicamente ativa empregada, o que representa cerca de 1,4 milhão de pessoas trabalhando, seja no mercado formal ou informal, até o terceiro trimestre de 2023.

Este desempenho coloca MS apenas atrás de Santa Catarina, que lidera com uma taxa de 65,3%. A análise, baseada em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Trimestral (PNADC-T) do IBGE, foi divulgada pela coordenação de Estatística da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc).

O Governador Eduardo Riedel ressaltou o esforço contínuo do estado para alcançar tais resultados, enfatizando a importância da qualificação profissional como meio de acesso a melhores oportunidades de trabalho e saída da informalidade.

A taxa de desocupação coloca o estado em quarta posição no ranking nacional, atrás de estados como Rondônia, Mato Grosso e Santa Catarina, demonstrando robustez no mercado de trabalho de MS. A pesquisa também apontou uma ligeira redução na participação na força de trabalho em comparação ao mesmo período do ano anterior.

O rendimento médio real habitualmente recebido pelos trabalhadores ocupados foi de R$ 3.234 no terceiro trimestre de 2023, representando um aumento de 10,45% em relação ao mesmo período do ano anterior, apesar de uma redução em comparação ao trimestre anterior.

O secretário Jaime Verruck expressou satisfação com os dados, destacando o desenvolvimento econômico do estado como um fator crucial para os níveis satisfatórios de empregabilidade alcançados.

A análise do perfil dos ocupados revelou que a maioria se encontra empregada no setor privado, seguida por trabalhadores por conta própria e empregados do setor público. O comércio e a administração pública foram os setores com maior concentração de trabalhadores, enquanto a agricultura, pecuária e áreas relacionadas também mostraram participação significativa.

A taxa de informalidade alcançou 31,9% dos ocupados, com o percentual de desalentados em 1% e a categoria de desocupados e subocupados representando 6,3%, refletindo os desafios ainda presentes no mercado de trabalho.

Este cenário ressalta a importância das políticas de fomento ao emprego e da qualificação profissional para continuar avançando na geração de oportunidades de trabalho e desenvolvimento econômico no estado.

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