Riedel: “Comunidades indígenas serão atendidas com dignidade e planejamento”

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26/09/2022
Redação

Candidato ao Governo do Estado, ele fala de seus projetos no debate TopMídia/SBT

“Sempre advoguei pelo desenvolvimento das comunidades indígenas de Mato Grosso do Sul. Nossos indígenas tem direito educação, casa, água, saúde, acesso à tecnologia. Minha posição é de desenvolvimento para as comunidades indígenas”, afirmou Eduardo Riedel (PSDB), candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul pela Coligação Trabalhando por um Novo Futuro (Número 45), durante o debate TopMídia/SBT.

“Vamos definir um plano de governo para as comunidades indígenas, com o intuito de atender as suas necessidades. Precisamos colocar em prática políticas públicas transversais que beneficiem toda a comunidade”, afirmou o candidato.

Para Riedel, a questão indígena no Estado envolve o desenvolvimento das comunidades e o apoio necessário para que elas mantenham suas tradições e, ao mesmo tempo, tenham acesso a oportunidades. Para ele, é preciso conversar com as comunidades para saber seus anseios e suas esperanças para um futuro melhor, que mitigue os conflitos e possibilite o crescimento.

“Os indígenas sul-mato-grossenses são parte fundamental da nossa identidade cultural e humana. Para além disso, é preciso desenvolver uma nova visão em relação a estas culturas, encarando-as como ativos do Estado. Cabe ao poder público criar políticas públicas que deem aos mais de 80 mil indígenas do Estado a capacidade de desenvolver suas culturas de forma autônoma e, ao mesmo tempo, oferecer a eles as condições básicas para isso”, disse.

Hoje, o Estado tem aldeias indígenas distribuídas por 29 localidades. Segundo a Sesai/MS (Secretaria Especial de Saúde Indígena), a população de índios soma 80.459 habitantes em Mato Grosso do Sul, presentes em 28 municípios. Representados por oito etnias: guarani, kaiowá, terena, kadwéu, kinikinau, atikun, ofaié e guató.

As aldeias estão distribuídas por Aquidauana, Anastácio, Aral Moreira, Amambai, Antônio João, Bela Vista, Brasilândia, Caarapó, Campo Grande, Coronel Sapucaia, Corumbá, Dois Irmãos do Buriti, Douradina, Dourados, Eldorado, Japorã, Juti, Laguna Carapã, Maracaju, Miranda, Nioaque, Paranhos, Ponta Porã, Porto Murtinho, Rochedo, Sidrolândia, Sete Quedas e Tacuru.

Riedel afirma que a grande questão é aumentar as ações do estado em direção a uma política de desenvolvimento dessas comunidades. “E tem que ser de dentro pra fora. Quem sabe o que precisa ser feito nessas comunidades são eles mesmos, os indígenas. Primeiro temos que ouvir e entender este processo dentro da diversidade cultural e étnica que temos, para, a partir dessa compreensão, agir de maneira efetiva a favor dessas comunidades, respeitando os interesses de cada um”, afirma.

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