Riedel: ‘Tecnologia é fundamental para criar condições para a modernização de MS’

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24/09/2022
Redação

Candidato ao Governo do Estado, ele pretende qualificar servidores para os avanços das tecnologias digitais

Eduardo Riedel (PSDB), candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul pela Coligação Trabalhando por um Novo Futuro (Número 45), pretende ampliar as ações de governo que possibilitem a expansão das tecnologias digitais na gestão pública, além de incentivar a qualificação de profissionais que operem no setor, especialmente no campo da inteligência artificial, que hoje se faz presente em diversos segmentos em Mato Grosso do Sul.

“O avanço tecnológico que incluiu a inteligência artificial nos processos de produção e de gestão é fundamental para o desenvolvimento de vários setores do poder público e também da economia. Para usufruirmos destes avanços serão necessários investimentos maciços em infraestrutura digital e na qualificação profissional”, afirma Riedel.

A tecnologia está presente na gestão pública desde a década de 60, quando começaram a ser utilizadas soluções de informática, automação de processos e armazenamento de dados. Entretanto, com o surgimento da internet, redes computacionais e os avanços da transformação digital do mercado, essa prática tem se tornado cada vez mais importante.

Seu uso pode ter diversos fins que promovem benefícios como a otimização de processos, melhora da comunicação entre gestão e público, aumento da satisfação com a administração e da produtividade interna dos funcionários. Para isso, um órgão público pode adotar diferentes soluções, como softwares de gestão, ferramentas de chamadas de problemas na cidade, plataformas de contato com o público, sistemas de controle de atuação de empresas terceiras e equipes de campo etc.

“Uma gestão pública de qualidade envolve diversos fatores: bom investimento do orçamento, cumprimento de promessas, evolução em indicadores de resultado, atenção a prazos e, principalmente, ao atendimento do cidadão. Considerando todos esses fatores, é praticamente impossível realizar uma gestão de qualidade sem o uso da tecnologia. Isso porque as diversas soluções tecnológicas facilitam e agilizam todas as atividades necessárias para promover uma boa gestão”, explica Riedel.

O benefício também é interno: com o uso de sistemas mais eficientes, os profissionais podem trabalhar de forma mais rápida, ágil e fluída, sem interrupções ou barreiras que comprometem sua produtividade.

Em Mato Grosso do Sul, o campo jurídico ganhou uma tecnologia que unifica jurisprudência de diversos tribunais e possibilita a pesquisa por meio de inteligência artificial. A plataforma foi desenvolvida com suporte da Fundect (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul), dentro do Programa Centelha, que investe em ideias inovadoras.

Pelo Estado, a inteligência artificial também se ramifica em planta de fábrica de celulose, sendo um dos diferenciais da unidade em construção no município de Ribas do Rio Pardo, aos confins do Pantanal. No bioma, a detecção precoce de incêndio ocorre por meio de algoritmo de inteligência artificial que, a partir do envio de imagens por câmeras de alta resolução instaladas no topo de torres de comunicação, identifica focos de fogo de forma automática e notifica os operadores do sistema.

INFOVIAS DIGITAIS
Além de melhorar a oferta de internet nos 79 municípios sul-mato-grossenses com a implantação de rede de fibra ótica, a Parceria Público-Privada (PPP) da Infovia Digital é um ponto de partida neste processo, dando mais competitividade ao Estado na atração de novos investimentos e capacitando a infraestrutura estadual para o uso da IA.

A Infovia disponibilizará serviços de transmissão de dados de alta capacidade e velocidade por meio de uma rede de fibra óptica para 1.500 unidades administrativas do Governo do Estado, como escolas, unidades de saúde e segurança pública, em todo o Mato Grosso do Sul.

“Aliada à infraestrutura está a necessidade de qualificar ainda mais os servidores públicos para fazer frente às necessidades operacionais destas novas tecnologias e, também, para estabelecer políticas de migração de empregos, necessárias diante desta revolução tecnológica. Para isso é necessário construir parcerias com a iniciativa privada e com as entidades que atuam na qualificação profissional, especialmente o Sistema S. Vamos estar focados nestes objetivos nos próximos anos”, assegura Eduardo Riedel.

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