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Ministros do STF aprovam reajuste de 16,38% nos próprios salários para 2019

O Globo comenta, na manchete, o reajuste de 16,38% aprovado pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) em sua própria remuneração Segundo o matutino, se o Congresso Nacional aprovar o aumento, o impacto anual será de R$ 2,7 milhões.

A proposta foi aprovada pelo STF por 7 votos a 4 e deve ser incluída no Orçamento da União para 2019. A medida causaria efeito cascata sobre outras categorias do Judiciário e o custo anual da mudança pode chegar a R$ 717 milhões. “Reajuste no STF terá impacto de ao menos R$ 720 milhões”, afirma a manchete do Globo.

O Estado de S.Paulo também comenta a proposta de reajuste dos vencimentos do STF e enfatiza que, se a mudança for aprovada, a remuneração dos ministros passaria dos atuais R$ 33.763 para R$ 39.293,32.

O Estadão destaca também que, além de impactar nas remunerações de outros cargos do Judiciário, o aumento do STF deve mexer nos vencimentos de categorias do Executivo e do Legislativo, já que a remuneração do ministro do STF é o teto do funcionalismo. “STF propõe reajuste de 16% no salário dos ministros”, mostra o título principal do Estadão.

A Folha de S.Paulo comenta que Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli, Marco Aurélio, Luís Barroso, Gilmar Mendes, Luiz Fux e Alexandre de Moraes foram a favor do aumento na remuneração. Já os ministros Celso de Mello, Cármen Lúcia, Edson Fachin e Rosa Weber votaram contra o reajuste.

O matutino mostra que, segundo Toffoli, que assumirá a presidência do STF em setembro, o aumento da remuneração não aumentará os gastos da Corte. “Supremo aprova aumento salarial para magistrados”, sublinha a manchete da Folha.

Com a coligação feita com nove siglas em torno de sua candidatura à presidência, o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) terá à sua disposição metade do fundo eleitoral, que injetará R$ 1,72 bilhão de verbas públicas na conta dos partidos políticos.

Na primeira página, a Folha comenta que Alckmin terá R$ 828 milhões do fundo e usará quase metade do tempo total de TV. O tucano ficou com 44% do tempo da propaganda gratuita.

Fonte: G1

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